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Vejam que belo exemplo a ser seguido: as soldados da Polícia Militar Darilene Monteiro e Ariane do Socorro, alunas do II Curso de Operações Fluviais da PM, decidiram cortar e doar seus longos cabelos a mulheres vítimas de escalpelamento atendidas no Espaço Acolher, que integra o Programa de Atenção Integral a Vítimas de Escalpelamento, da Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará. Além de evitar que as madeixas atrapalhem na adaptação ao curso, tanto na parte técnica quanto na tática, elas fizeram uma boa ação e também se aproximaram da realidade das mulheres ribeirinhas.
Erradicar os escalpelamentos nos rios da Amazônia ainda é um grande desafio. A Capitania dos Portos da Marinha doa equipamentos de proteção do eixo do motor para as embarcações, mas nem todos os ribeirinhos sabem disso. E às vezes é muito longe para irem buscar essa ajuda. Em 2014, 18 casos chegaram aos cuidados do Espaço Acolher.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, presidente da Academia Paraense de Jornalismo, membro da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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