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As cirurgias para crianças com pé torto congênito ou deformidades congênitas nas mãos há três anos contam com o projeto “Doenças Ortopédicas da Infância”, que está inserido no projeto “Fila Zero”. Na sexta-feira passada, 15, o governo do Pará celebrou a ampliação do programa de 50 para 80 cirurgias ao mês, o que permitirá quase mil procedimentos em um ano. 

Durante a cerimônia, o governador Helder Barbalho falou sobre os desafios na área. “É fundamental darmos à sociedade acesso aos serviços fundamentais, a fim de proporcionar qualidade de vida para a população. São crianças que nasceram com alguma deformidade e precisaram desta intervenção para garantir uma vida plena. Estamos atendendo com excelência aqueles que mais precisam e com os números alcançados nos abrimos para mais desafios, o que pode ser demonstrado com o aumento do número de cirurgias realizadas por mês”.

O secretário adjunto de Gestão de Políticas de Saúde da Sespa, médico Sipriano Ferraz, que implantou o programa e se empenha pessoalmente para o êxito dele, contou como tudo começou: “É um projeto inovador do governo do Pará. Em setembro de 2020, fomos provocados pela primeira dama Daniela Barbalho a “sair da caixa” em busca de uma solução para cobrir o vazio assistencial detectado. A partir daí, envolvemos o Centro Integrado de Inclusão e Reabilitação (CIIR) e o Hospital Regional Abelardo Santos para fazermos desde a triagem, pré-operatório, cirurgia e reabilitação locomotora destas crianças. E não é que deu super certo? Já são quase 1.600 crianças operadas em três anos e agora fomos novamente provocados pelo governador Helder Barbalho e a vice-governadora Hana Ghassan a dobrar a meta a partir de 2024, quando teremos a missão de realizar mil cirurgias por ano! Estamos juntos com a secretária Ivete Vaz e Edney Pereira e todo o time da Sespa para continuar saindo da caixa em busca de soluções em saúde para a nossa região. São mais de trinta patologias tratadas pelo programa, de baixa a alta complexidade. Temos o orgulho de dizer que este programa está servindo de exemplo pelo país, sendo copiado como política pública pelo Ministério da Saúde para ser ofertado para outros Estados”.

O fluxo de atendimento do “Doenças Ortopédicas Na Infância” começa com encaminhamento dos pacientes via Sistema Estadual de Regulação. Então, é realizada uma avaliação inicial no CIIR, com realização de exames. Caso exista indicação de cirurgia, o paciente sai com o encaminhamento para fazer o procedimento, além de todo o processo de risco cirúrgico. Depois é encaminhado para o HRAS para agendamento da data da cirurgia. O CIIR também garante o acompanhamento do pós-operatório do paciente, com sessões de fisioterapia.

Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, presidente da Academia Paraense de Jornalismo, membro da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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1 Comentário

  1. Uma iniciativa bastante louvável, vai contemplar uma camada significativa da sociedade de menor poder aquisitivo e por extensão sem a menor possibilidade de acesso a esses serviços

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