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Da arquiteta Lúcia Duarte, funcionária da Setran há 30 anos, na caixa de comentários daqui do blog, sobre a postagem “Movimento parado na Setran“: 

O problema é que, no caso da Setran, a situação de inércia ultrapassa os limites prediais do órgão, considerando que a Setran é eminentemente prestadora de serviços essenciais à mobilização intermunicipal e estadual, tendo como obrigação garantir segurança aos usuários. Quando nada acontece, estradas rompem e pontes caem.
O reflexo do descaso são acidentes de baixa, média ou alta proporção, fruto de irresponsabilidade, podendo ser caracterizado como atentado à vida.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, presidente da Academia Paraense de Jornalismo, membro da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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