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Lembram de quando as brigas partidárias chegavam às vias de fato? Pois é. Todos os caciques e cardeais do PMDB – inclusive do Pará, é lógico -, estão em Brasília desde ontem, para a convenção nacional, neste sábado. Só que acaba de cair como uma bomba a liminar do TJ-DF suspendendo a dita cuja, que escolheria a nova direção do partido (!).

Advogados de Michel Temer varam a noite preparando um recurso para manter a data. É que ele, na ânsia de se consagrar para a vaga de vice de Dilma Roussef, ignorou os protestos dos diretórios estaduais de São Paulo, Santa Catarina, Pernambuco e Paraná – que acham melhor deixar para 6 de março, e não querem de jeito algum a aliança nacional da legenda com a pré-candidata do PT.

Como se vê, a exemplo dos petistas e tucanos, os peemedebistas também estão longe da união e do consenso.

Temer precipitou os acontecimentos para garantir logo o comando partidário, a fim de apitar mais forte na convenção de junho, quando será batido o martelo para a coligação – ou não.

Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, presidente da Academia Paraense de Jornalismo, membro da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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