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“Eu só vejo uma área que pode ser revolucionária. É a educação. E duplamente revolucionária. Ela é revolucionária quando a gente colocar escola igual para pobre e para rico. Isso é revolução, isso é uma utopia possível. Eu não falo em melhorar a escola. Eu falo melhorar, igualando as escolas. Não há razão para que a escola do pobre seja ruim e a escola do rico seja boa. Tem que ser igual. Esse é um objetivo revolucionário. O outro é cuidar do meio ambiente, porque se a gente não cuida do meio ambiente, não adianta educar todo mundo. Então, se a gente educa todo mundo e tem um bom modelo de desenvolvimento sustentável, a gente vai poder não só quebrar o muro das desigualdades – dando a mesma oportunidade para todo
mundo -, como quebrar o muro do atraso do Brasil em relação aos outros países.
Ao lado disso, é preciso fazer um choque de eficiência. Acabar com o apagão, reduzir a taxa de juros, equilibrar as contas. E precisa enfrentar, emergencialmente, três tipos de problemas: o desemprego, a violência e a corrupção”. (senador Cristóvam Buarque- PDT)

Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, presidente da Academia Paraense de Jornalismo, membro da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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