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A CNBB criticou o
contingenciamento de R$ 5,4 bilhões para a área da saúde, assim como o uso
inadequado dos recursos e a terceirização dos serviços, além da fila de
atendimento, espera para exames, falta de vagas e de medicamentos. O próprio
ministro da Saúde, Alexandre Padilha, admite a baixa qualidade, falta de
compromisso e omissão no atendimento, e defende a aprovação de lei de
responsabilidade sanitária no Congresso, prevendo punições para administradores
que não usam corretamente recursos destinados para a área da saúde.

O professor da
Unicamp Nelson Rodrigues resume a questão, mostrando que, além de o
investimento per capita ser baixo, é mal empregado e está longe dos objetivos
iniciais do sistema público de saúde: “Cerca
de 50% dos gastos anuais na área são usados como subsídio na saúde privada, em
forma de renúncias, cofinanciamento e ressarcimento
“.
Digo mais, ainda: não
é preciso mais uma lei para punir os ladrões da vida. É só fazer cumprir a
Constituição e o farto ordenamento jurídico existente. 
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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