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Resultado da audiência

O deputado Carlos Bordalo (PT) ficou de apresentar requerimento, na próxima terça-feira, para que a Alepa se posicione sobre a privatização do saneamento básico em Belém. Também fará moção ao governo do Estado, para que a PGE estude uma forma de evitar a votação do projeto na Câmara de Belém. O deputado Arnaldo Jordy (PPS)propôs a realização de plenárias nos bairros, para mobilizar a população.
O governo do Estado foi representando pelo presidente da Cosanpa, Eduardo Ribeiro, que reafirmou a posição da governadora Ana Júlia Carepa, contrária à privatização. Anunciou que o governo está investindo mais de R$ 250 milhões só em Belém, na melhoria do sistema de abastecimento de água, e que até dezembro vai inaugurar a Estação de Tratamento de Água do Bolonha. E alfinetou ao afirmar que não entende o porquê da Prefeitura de Belém recusar recursos da União.
O engenheiro Haroldo Bezerra, representante da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental e ex-presidente da Cosanpa, afirmou que em nenhum lugar do mundo a privatização deu certo. Lembrou que, na década de 70, os investimentos em saneamento no Brasil eram de R$ 8 bilhões. A partir de 2000, caíram para R$ 1 bilhão. Nesse período, a população do Pará saltou de 2 para mais de 7 milhões de habitantes. E ilustrou com o exemplo do município de Tucumã, no sul do Pará, onde houve privatização da água, e o valor da tarifa quadruplicou.
José Almir Pereira, professor da UFPA, endossou Haroldo Bezerra. E complementou, informando que, em Belém, 10 mil metros cúbicos de água custam R$14. Em Tucumã, R$ 40. Antes da privatização, custavam R$ 10.
O promotor de justiça José Maria Costa Lima, que representou o MPE, adiantou que solicitará cópias de todos os pronunciamentos e dados técnicos apresentados, para análise e acompanhamento da questão.
Manoel Júnior, presidente da Associação dos Moradores do Paracuri III, em Icoaraci, contou o drama local: “Nós gastamos mais de R$ 50 mil comprando os tubos, cavando e fazendo a ligação dos canos, que o Saaeb (Serviço Autônomo de Abastecimento de Água e Esgotos de Belém) disse que não tinha recursos para fazer. A água foi ligada e funcionou apenas dois meses. Hoje, as 248 famílias da comunidade têm que beber e tomar banho com água de rio. Mas, ainda hoje, recebemos conta de pagamento de água“.
Amanhã, o projeto da Prefeitura de Belém será apreciado pela Comissão de Justiça da Câmara. Detalhe relevante: o Saaeb atende também Ananindeua e Benevides, na Região Metropolitana. Que não foram ouvidos nem cheirados sobre o assunto.
O diretor-presidente do Saaeb, Raul Meireles, não foi à audiência pública alegando que viajara para o Estado do Tocantins. A Prefeitura não mandou representante.

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