Ontem duas famílias viveram momentos de terror, vítimas de assalto à mão armada por volta das 13 horas, durante passeio no Parque do Utinga, um dos lugares mais lindos de Belém e importante equipamento turístico parauara. Trata-se do oitavo roubo…

Em iniciativa inédita, o Fórum de Entidades em Defesa do Patrimônio Cultural Brasileiro celebra os percursos individuais e coletivos que construíram as políticas de salvaguarda do patrimônio cultural no Brasil, lançando a obra “Em Defesa do Patrimônio Cultural”, organizado por…

Neste sábado, 16, postos de saúde ficarão abertos para a vacinação com foco em menores de 15 anos. Em Belém, 11 unidades vão funcionar das 8h às 14h. A campanha da Multivacinação iniciou no dia 04 de outubro e segue…

De autoria do carnavalesco e professor Paulo Anete, o enredo para o Carnaval 2022 da Escola de Samba Grêmio Recreativo Carnavalesco e Cultural Os Colibris, de Belém do Pará, é “Zélia Amada/ Zélia de Deus/ Zélia das Artes/ Herdeira de…

Recuerdos da Pérola do Tapajós

Está impagável a crônica do Ercio Bemerguy (leia na página inicial do Uruá-Tapera) sobre a Santarém de antigamente. É pura poesia, com o título “Tu lembras?”, e recorda, entre outras, “da agência de aluguel e consertos de bicicletas do Maurício Castanho e Getúlio Serique; do automóvel Nash Super, cor verde claro, do Lourival (Lauri) Wanghon; do Guaraná Imperial fabricado pelo Paulo Lisboa; do Cinema São José, do Antônio Loureiro Simões (Simõesinho); das ventarolas de patchuli confeccionadas pela Dona Dica Frazão; dos quadros pintados pelo João Fona e dos sapatos feitos sob medida pelo “mestre” Balão; dos hotéis “Mocorongo”, “Oriental”, “Nova Olinda”, “Modêlo”, “Uirapuru” e pensão da madame Odete; do navio Aquidaban atracando no velho trapiche, conduzindo os jovens santarenos que estudavam em Belém; do Zeca BBC, exímio mecânico, que durante o trabalho ou nas horas de folga falava de tudo e de todos e que sempre estava disposto a ajudar as pessoas, principalmente em casos de doenças; da quadra junina, com as fogueiras acesas em frente às casas, no leito das ruas de chão batido; dos apelidos: Quicé, Xixito, Satuca, Ninito, Mingote, Mamá, Gigi, Dororó, Biluca, Mimico, Didó, Biló e Ximico, Alarga Rua, Caixa d’água, Babico, Manga-dura, Pimpão, Pixirito, Pojó, Xelêco; das festas e madrugadas no “Vai-quem-quer”, “Sombra da Lua”, “Trem”, “Fuluca”, “Corre Liso” e “Copacabana”, onde as “raparigas” faziam ponto e eram amadas nos quartos alugados pela Maria Moraes; dos papagaios coloridos confeccionados e vendidos pelo Renato Sussuarana; do Castelo e do Teatro Vitória; do José Serruya, o folião mais alegre e animado nas festas de carnaval do Centro Recreativo; da tuba do Perilão e do saxofone do Cão Pelado; do carro-de-boi do Antônio Português; do solar dos Macambira; da Burra Cega; e do Antonio Pantoja, em seu caminhão, transportando lenha para abastecer as padarias e os navios a vapor atracados no velho Trapiche. Não deixem de ler!

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