O presidente da Assembleia Legislativa do Pará, deputado Chicão, foi aclamado ontem por servidores e deputados após a sessão plenária, que se estendeu até as 15h, ao entregar os espaços reformados que já estão prontos para utilização. É que, em…

O delegado de polícia de Oriximiná, Edmílson Faro, prendeu o vigia Ailton Ferreira da Silva a pedido do presidente da Câmara Municipal, vereador Marcelo Andrade Sarubi (PSDB) e do vereador Márcio Canto (PTB) e, na presença de ambos e do…

Primeira do Brasil totalmente focada na educação para o trânsito, a biblioteca do Detran-PA foi criada em 1998 e começou direcionada ao público interno, funcionando no antigo prédio do órgão, ao lado da Ceasa. Em 1º de novembro de 1999,…

A Prefeitura de Belém vai revitalizar dezesseis imóveis do município que estão há anos em situação de abandono. Além do resgate do patrimônio histórico, artístico e cultural, a intenção é reduzir gastos com aluguéis de prédios que abrigam órgãos municipais.…

Rebordosa para patrões

Foi aceito o pedido em ação trabalhista do diagramador de um jornal de Brusque (SC), que pretendia enquadramento como jornalista. Os juízes da 1ª Turma do TRT discordaram do voto da relatora Mari Eleda Migliorini e, por maioria, mantiveram a decisão de 1º Grau, por entenderem que não é necessário o diploma de jornalismo para exercer a atividade.
Resumo da história: o autor pediu enquadramento como jornalista e as diferenças salariais previstas nas
convenções coletivas da categoria, bem como aplicação da jornada de trabalho especial de 5 horas.
O jornal contestou a pretensão, alegando que ele não poderia ser enquadrado como jornalista por não ter diploma de ensino superior. Essa tese foi afastada pelo juiz Hélio Garcia Romero, titular da Vara do Trabalho de Brusque, que prolatou sentença favorável em outubro de 2008. Ele fundamentou a decisão no art. 4º do Decreto-lei 972/76, que diz não ser necessária a graduação em jornalismo ou comunicação social para o exercício da função de jornalista/diagramador.
Inconformado, o jornal recorreu. A relatora do processo, desembargadora Águeda Maria Lavorato Pereira, ajustada ao entendimento do magistrado Romero, acrescentou em seu voto que “esta discussão, aliás, restou superada uma vez que em recente decisão proferida no julgamento do Recurso Extraordinário nº 511961 (em 17.06.09), o pleno do STF derrubou a exigência de diploma para o exercício da profissão de jornalista”.
O jornal terá que pagar ao empregado as diferenças salariais estabelecidas nas convenções coletivas de trabalho dos jornalistas e as horas extras trabalhadas além da 5ª diária. A decisão não é definitiva, ainda cabe recurso ao TST.

Compartilhar

Share on facebook
Share on twitter
Share on pinterest
Share on vk
Share on tumblr
Share on pocket
Share on whatsapp
Share on email
Share on linkedin

Conteúdo relacionado

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *