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Cadê o telefônico público e a placa da passagem Henrique Engelhard, na lateral do muro do edifício-garagem da Assembléia Paraense?
Cadê a passarela que ficava em frente ao então colégio Lauro Sodré e que foi desmontada quando da inauguração da reforma do agora Palácio da Justiça?
Por que as obras do Portal da Amazônia estão empacadas?
Por que não existe limpeza pública em Belém?
Quando as calçadas de Belém poderão ser usadas pelos pedestres?
Quando os PSMs oferecerão tratamento condizente com os direitos humanos e dos cidadãos e terão os medicamentos, equipamentos e profissionais de saúde necessários?
Por que bairros populosos como o Guamá e Tapanã não têm sequer uma praça pública para usufruto das famílias dos moradores?
Quando as autoridades finalmente entenderão que segurança pública envolve, obrigatoriamente, educação, cultura, esporte e lazer?
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, presidente da Academia Paraense de Jornalismo, membro da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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