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Cidade amazônica, as áreas verdes de Belém são raras e o acesso a elas é difícil, como é o caso do Parque do Utinga. O Museu Emílio Goeldi e o Bosque Rodrigues Alves sofrem as consequências do clima urbano. O Brasil é o quarto país que mais emite gás carbônico, por causa das queimadas, que diminuem a biodiversidade da região, agravam o efeito estufa e geram mais impactos. Já é visível o aumento da temperatura, desregulamento do ritmo de chuvas e alteração da vegetação, apontando uma savanização da Amazônia. Os estudiosos são unânimes: as áreas verdes urbanas mantêm a temperatura e a sensação térmica agradável, reciclam os gases na atmosfera, diminuem o ruído e a intensidade dos ventos, além do valor estético, proporcionando qualidade de vida. Mas, em Belém, onde o alcaide não circula, se não for obrigada pelos meios legais, a Prefeitura nada faz nem fará. Salve-nos, quem?!
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, presidente da Academia Paraense de Jornalismo, membro da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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