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O romance “Marajó”, de Dalcídio Jurandir, virou peça teatral. O monólogo “Solo de Marajó” retrata os dramas existenciais e sonhos dos amazônidas, com personagens fortes e conflitos interessantes. Estreia hoje, às 21h, no Cine Teatro Líbero Luxardo, do Centur. A temporada vai até o domingo, 20. Ingressos a R$ 20 (com meia entrada para estudantes).
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, presidente da Academia Paraense de Jornalismo, membro da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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