A 27ª Unidade de Conservação do Estado do Pará abrange os municípios de Jacareacanga e Novo Progresso, no sudoeste paraense. O Decreto nº 1.944/2021 foi assinado pelo governador Helder Barbalho na quinta-feira, 21, e publicado ontem (22) no Diário Oficial…

O Atlas da Dívida dos Estados Brasileiros, lançado no Fórum Internacional Tributário pela Federação Nacional do Fisco Estadual e Distrital, aponta que a dívida ativa das empresas com os entes federados soma estratosféricos R$ 896,2 bilhões, significando 13,18% do PIB…

Ao abrir oficialmente o Forma Alepa/Elepa, o presidente da Assembleia Legislativa do Pará, deputado Chicão, destacou a importância do trabalho que vem sendo executado pela Escola do Legislativo, treinando, qualificando e atualizando gestores, vereadores e servidores públicos, que dessa forma…

Em Itupiranga, força-tarefa do Ministério Público do Trabalho no Pará e Amapá, Auditoria Fiscal do Trabalho, Defensoria Pública da União e Polícia Federal resgatou sete trabalhadores em condições análogas às de escravos, em duas fazendas no sudeste paraense, e prendeu…

É preciso dar respostas

“Em Curralinho, de 2001 a 2005 foram apresentadas 27 denúncias de exploração sexual de menores e a promotoria não levou nenhuma para frente. Em Chaves, que está no extremo norte da ilha, estamos tendo notícias faz duas semanas de que apareceram duas meninas de 12 anos engravidadas por avôs. No Tajapu, rio de intenso tráfego que transporta pessoas e mercadorias entre Belém e Macapá, veja o que acontece: pais jogam as meninas de 12 a 16 anos nas balsas para se prostituírem. Em troca recebem três quilos de carne ou cinco litros de óleo diesel. Por outra parte, tem meninas e meninos menores de idade nesse rio que voluntariamente entram nesse dinamismo destruidor e bárbaro. Percebemos que faltam medidas para enfrentar essa realidade que não é nova e cuja intensidade é aguda. Não se está refletindo suficientemente e isso angustia muito. Na verdade todas as problemáticas que o Pará apresenta são velhas. Não é pela presença do governo do PT, da Ana Júlia, que agora acontecem realidades novas. Podemos dizer que se intensificaram realidades sociais que antes existiam. Por que houve essa intensificação, eu não poderia dar uma resposta adequada. É um fenômeno sociológico rápido, violento, que não tem tido respostas das autoridades”.(Dom José Luiz Azcona, bispo do Marajó)

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