A igreja de São Francisco de Assis em Belém do Pará, carinhosamente chamada pelos fiéis de "Capuchinhos", completará cem anos de sua inauguração em 02 de outubro de 2022. A abertura oficial das festividades será com um concerto na igreja…

O trânsito continua matando mais do que muitas guerras. A administradora Gina Barbosa Calzavara, coordenadora dos bosquinhos da Universidade Federal do Pará, fez uma emocionante homenagem à memória do jovem Jean Serique Lameira, esportista do ciclismo e que também usava…

O Laboratório de Engenharia Biológica do Parque de Ciência e Tecnologia - PCT Guamá está estudando o sequenciamento genético do açaí, de modo a assegurar a rastreabilidade de ponta a ponta na cadeia produtiva e padrões de qualidade para os…

A Lei estadual nº 9.278/2021, que entrou em vigor em 30 de junho deste ano, instituindo a obrigação de que pessoas residentes em condomínios, conjuntos habitacionais e similares comuniquem à Polícia Civil, de forma imediata, qualquer tipo de agressão praticada…

É preciso dar respostas

“Em Curralinho, de 2001 a 2005 foram apresentadas 27 denúncias de exploração sexual de menores e a promotoria não levou nenhuma para frente. Em Chaves, que está no extremo norte da ilha, estamos tendo notícias faz duas semanas de que apareceram duas meninas de 12 anos engravidadas por avôs. No Tajapu, rio de intenso tráfego que transporta pessoas e mercadorias entre Belém e Macapá, veja o que acontece: pais jogam as meninas de 12 a 16 anos nas balsas para se prostituírem. Em troca recebem três quilos de carne ou cinco litros de óleo diesel. Por outra parte, tem meninas e meninos menores de idade nesse rio que voluntariamente entram nesse dinamismo destruidor e bárbaro. Percebemos que faltam medidas para enfrentar essa realidade que não é nova e cuja intensidade é aguda. Não se está refletindo suficientemente e isso angustia muito. Na verdade todas as problemáticas que o Pará apresenta são velhas. Não é pela presença do governo do PT, da Ana Júlia, que agora acontecem realidades novas. Podemos dizer que se intensificaram realidades sociais que antes existiam. Por que houve essa intensificação, eu não poderia dar uma resposta adequada. É um fenômeno sociológico rápido, violento, que não tem tido respostas das autoridades”.(Dom José Luiz Azcona, bispo do Marajó)

Compartilhar

Share on facebook
Share on twitter
Share on pinterest
Share on vk
Share on tumblr
Share on pocket
Share on whatsapp
Share on email
Share on linkedin

Conteúdo relacionado

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *