Quando todos apostavam em uma radicalização que causasse esgarçamento das relações empresariais na cúpula das indústrias instaladas no Pará, a diretoria da Federação das Indústrias do Estado do Pará, liderada por José Conrado Santos e José Maria Mendonça, deu uma…

Os botânicos Fúvio Oliveira e Rafael Gomes, doutorandos do Programa de Pós-graduação em Botânica Tropical do Museu Paraense Emílio Goeldi e Universidade Federal Rural da Amazônia, concorreram com 86 jovens cientistas do mundo inteiro e estão entre os 23 contemplados…

Na próxima terça-feira, dia 16, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Chicão, deverá incluir na pauta do plenário a apreciação do Processo nº 7/2022, encaminhado pelo Tribunal de Contas do Estado, tratando da prestação de contas do Governo do Pará…

Liderados pelo presidente da Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp), promotor de justiça Manoel Murrieta, que é paraense, promotores, procuradores, juristas e convidados do Brasil inteiro irão reafirmar o compromisso institucional do Ministério Público e o seu papel…

Por que não presentear Belém?

A Cia. Docas do Pará bem que poderia revitalizar os galpões que possui na área da escadinha do porto de Belém até a Doca de Souza Franco, integrando-os ao complexo Estação das Docas, Ver-O-Peso-, Feliz Lusitânia e Mangal das Graças, de um lado, e do outro ao Ver-O-Rio. Milhares de pessoas entram diariamente em Belém pelo rio. Dezenas de transatlânticos deixam de aportar pela ausência de condições adequadas. Seria um presente para Belém, com grande incremento ao turismo, geração de empregos e renda, resgate da auto-estima paraense e uma excelente iniciativa para a relação porto-cidade, a exemplo do que a Docas do Rio de Janeiro começará a executar no próximo sábado.
Lá, o Ministério do Turismo é parceiro do pontapé inicial na revitalização da área portuária, com integração e aproveitamento das população vizinha tanto na construção do projeto quanto na sua manutenção e aprimoramento. A zona portuária carioca ganhará obras de grande impacto – conjuntos de prédios, praças, shopping centers e reformas estruturais para a recuperação da paisagem, como na Praça Mauá e no edifício do antigo jornal A Noite, primeiro arranha-céu do Rio, cuja construção começou na década de 1920. A sensibilização das comunidades que habitam o entorno vai inserir os moradores no esforço comum, conscientizando sobre o novo tempo na vida da cidade e abrindo-lhes oportunidades até para o financiamento da casa própria nas habitações populares a serem erguidas.

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