A empresa de ônibus Belém-Rio, que faz a linha para o distrito de Outeiro – Ilha de Caratateua, em Belém, aparentemente está falida e reduziu pela metade a sua frota, causando enorme sofrimento aos usuários do transporte coletivo. O serviço,…

A Cosanpa abriu nada menos que seiscentos buracos imensos nos bairros mais movimentados de Belém, infernizando a vida de todo mundo com engarrafamentos e causando graves riscos de acidentes, principalmente porque chove sempre, e quando as ruas alagam os buracos…

O Procurador-Geral de Justiça César Mattar Jr. inaugurou nesta quinta-feira, 16, o Núcleo Eleitoral do Ministério Público do Estado do Pará, que vai funcionar na sede das Promotorias de Justiça de Icoaraci, distrito de Belém. O coordenador será o promotor…

A desembargadora Maria de Nazaré Saavedra Guimarães, que se destaca pelo belo trabalho que desenvolve à frente da Comissão de Ações Judiciais em Direitos Humanos e Repercussão Social do Tribunal de Justiça do Estado do Pará, e que já coordenou…

Por que não presentear Belém?

A Cia. Docas do Pará bem que poderia revitalizar os galpões que possui na área da escadinha do porto de Belém até a Doca de Souza Franco, integrando-os ao complexo Estação das Docas, Ver-O-Peso-, Feliz Lusitânia e Mangal das Graças, de um lado, e do outro ao Ver-O-Rio. Milhares de pessoas entram diariamente em Belém pelo rio. Dezenas de transatlânticos deixam de aportar pela ausência de condições adequadas. Seria um presente para Belém, com grande incremento ao turismo, geração de empregos e renda, resgate da auto-estima paraense e uma excelente iniciativa para a relação porto-cidade, a exemplo do que a Docas do Rio de Janeiro começará a executar no próximo sábado.
Lá, o Ministério do Turismo é parceiro do pontapé inicial na revitalização da área portuária, com integração e aproveitamento das população vizinha tanto na construção do projeto quanto na sua manutenção e aprimoramento. A zona portuária carioca ganhará obras de grande impacto – conjuntos de prédios, praças, shopping centers e reformas estruturais para a recuperação da paisagem, como na Praça Mauá e no edifício do antigo jornal A Noite, primeiro arranha-céu do Rio, cuja construção começou na década de 1920. A sensibilização das comunidades que habitam o entorno vai inserir os moradores no esforço comum, conscientizando sobre o novo tempo na vida da cidade e abrindo-lhes oportunidades até para o financiamento da casa própria nas habitações populares a serem erguidas.

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