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Policial parte barco ao meio. Vítima desaparecida

Ontem,
uma lancha do tipo “voadeira”, pilotada em alta velocidade pelo
investigador da polícia civil Alberto Barbosa, partiu ao meio uma pequena
embarcação que fazia a travessia entre a Ilha do Combu e Belém e atingiu em
cheio, exatamente no ponto em que colidiu com o barco, a jovem Marcelle, de 19
anos, que não sabe nadar, caiu na água desacordada e ferida, e está
desaparecida. Inexplicavelmente, as buscas foram suspensas ontem e até agora
não foram retomadas.

O namorado de
Marcelle, Ruan, conta que o policial que pilotava a lancha estava bêbado e deu
dois tiros para o alto, quando ele, desesperado, gritava o nome da namorada.

Já na delegacia, o
autor do acidente foi logo liberado, mesmo não tendo prestado socorro às
vítimas e se recusado a fazer o exame de dosagem alcoólica no bafômetro(!).
A
jornalista Vera Rojas, assessora de comunicação do Hemopa,  ao fazer imagens do acidente e entrevista com
as vítimas, na Marina Park, nas imediações do Porto da Palha, teve seu celular
Sony X-Peria violentamente arrancado de suas mãos e lançado ao rio pelo filho
do investigador que provocou o acidente, de nome Daniel.

Vera fará B.O numa
delegacia e também pedirá apoio ao Sindicato dos Jornalistas – Sinjor-PA.
Espera-se
que a Corregedoria da Polícia Civil tome providências urgentes quanto ao
investigador e aos policiais que o liberaram mesmo em flagrante com omissão de
socorro e alcoolizado, num acidente que poderá resultar em óbito. E que a Polícia Civil preste apoio aos familiares da moça desaparecida e retome imediatamente as buscas, é o mínimo que podem e devem fazer. 

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