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Plateia vibra com Atalla Ayan e Marília Caputo no Theatro da Paz

O recital do tenor Atalla Ayan e da pianista Marília Caputo, ontem à noite, arrebatou o público que lotava o Theatro da Paz.  No repertório, canções italianas, a maioria de autoria de Paolo Tosti e a ária “Meu Tesouro”, da ópera Dom Giovanni, de Mozart. Ao final, Atalla fez uma bela homenagem ao diretor geral e artístico do Festival de Ópera do Theatro da Paz, Gilberto Chaves, e ao secretário de Estado de Cultura, Paulo Chaves – muito aplaudidos, por sinal -, aos quais dedicou “Minha Terra”, do maestro Waldemar Henrique, em agradecimento ao apoio recebido. E incluiu duos românticos com a soprano russa Maria Koryagova. Houve bis e até “tris”, tamanho o carinho da plateia com os artistas, aplaudidos calorosamente, de pé. 
Atalla tem um timbre lindo e uma empatia com o público sensacional. É carismático. Acompanho sua carreira desde que ele cantava no coro do Theatro da Paz. Sua voz se destacava e o maestro Vanildo Monteiro, regente do coral lírico, logo percebeu seu talento. Gilberto Chaves e Paulo Chaves proporcionaram-lhe a oportunidade de participar como solista na execução da “Nona Sinfonia” de Beethoven, pela Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, sob a regência do maestro Mateus Araújo, e estrear como solista interpretando Don Alvaro em “Il Guarany”. Daí em diante foi uma sucessão de prêmios em concursos de canto e papeis importantes pelos palcos da Europa e dos EUA. Atalla já integrou o “Young Artist’s Program” do Metropolitan Opera House, de Nova York, e hoje atua na Ópera de Stuttgart, na Alemanha.

Marília Caputo também tem carreira internacional. Fez o mestrado na Rússia, nos EUA obteve o diploma do Peabody Conservatory em Baltimore, Maryland, e é doutoranda em Performance na Rutgers University, onde ingressou com o Prêmio Robert/Charllote Craig, em New Jersey, nos Estados Unidos. Iniciou seus estudos com a professora Dóris Azevedo, no Conservatório Carlos Gomes, em 1979. No mesmo ano, foi para os EUA e em pouco tempo já se apresentava na Olive House e Faulkner Gallery, em Santa Bárbara, Califórnia. Em 1981, foi uma das vencedoras do Young Artists Competition. Filha da professora Glória Caputo, ícone do meio musical parauara, Marília é outro exemplo do talento paraense que brilha mundo afora. Tem se apresentado com frequência nos EUA e no Brasil, como solista e camerista e, nos últimos anos, desenvolve trabalho como professora, em Baltimore e em Belém.
No próximo dia 7, Atalla Ayan apresenta novo recital lírico em Belém, dessa vez ao lado da solista paraense Adriana Azulay, na Igreja de Santo Alexandre, às 20h, dentro da programação do Festival de Ópera do Theatro da Paz, promovido pelo Governo do Estado, via Secult.  

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