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Os deputados estaduais cometem um erro estratégico ao barrar a CPI para investigar as irregularidades na Alepa.

Quanto mais demorar o devido esclarecimento acerca das admissões de pessoal, dos privilégios a um grupo de servidores, inclusive com o Plano de Cargos e Salários – que jamais foi divulgado sequer internamente e segundo denúncias beneficiou os ungidos com progressão vertical de cargos, o que é inconstitucional -, contratos para fornecimento de vale refeição, cestas básicas, informática, material de expediente e serviços de limpeza e manutenção, por exemplo, a gestão permanecerá engessada e sangrando perante a opinião pública.
 

Até porque a ex-servidora Mônica Pinto, que no início estava servindo de bode expiatório, não foi chamada a depor na Sindicância e já avisou que se for convocada, vai contar tudinho, tintim por tintim.
 

Então, está passando da hora de chamar a Mônica e passar um pente fino com lupa na Alepa, em respeito aos servidores e deputados honestos.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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