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Pela vida das mulheres!

Assédio, exploração sexual, estupro, tortura, violência psicológica, agressões por parceiros ou familiares, perseguição, feminicídio. Sob diversas formas e intensidades, a violência contra as mulheres é recorrente e presente, motivando graves violações de direitos humanos e crimes hediondos. As desigualdades de gênero estão, ainda, nas raízes de sofrimento físico e mental, violação e morte que atingem bilhões de mulheres de todas as idades, raças, etnias, religiões e culturas, em todo o planeta. 

É inaceitável que uma em cada três mulheres no mundo sofra violência em algum momento de suas vidas. As estatísticas brasileiras são horrendas: um estupro a cada 11 minutos; Uma mulher assassinada a cada duas horas (Anuário Brasileiro de Segurança Pública/FBSP, 2017); 503 mulheres vítimas de agressão a cada hora(Pesquisa Visível e Invisível: a vitimização das mulheres no Brasil – DataFolha/FBSP, 2017); 5 espancamentos a cada dois minutos(Mulheres Brasileiras no Espaço Público e Privado(FPA/SESC, 2010), dados compilados no Dossiê Violência Contra as Mulheres, do Instituto Patrícia Galvão. A violência contra as mulheres não conhece barreiras geográficas, econômicas e sociais, e acontece cotidianamente. 

Atendendo reivindicação de diversos movimentos de mulheres, unificados na Frente Feminista, a Assembleia Legislativa do Pará, através de sua Comissão de Direitos Humanos e Defesa do Consumidor, realiza amanhã, às 15h, no Teatro Maria Sylvia Nunes, da Estação das Docas, sessão especial alusiva ao Dia Internacional da Mulher com o tema “Pela Vida das Mulheres na Amazônia e pela Democracia. Nenhum Direito A Menos”, requerida em conjunto pelos deputados estaduais Carlos Bordalo (PT), presidente da Comissão de Direitos Humanos, e Márcio Miranda (DEM), presidente da Alepa. 

A Frente Feminista agrega mulheres de diversos movimentos e entidades, entre os quais a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Fórum de Mulheres da Amazônia ParaenseFederação dos Trabalhadores Rurais, Agricultores e Agricultoras (Fetagri), Movimento dos Atingidos pelas Barragens (MAB) e Articulação de Mulheres Brasileiras. 

A sessão da Alepa vai discutir a violência contra a mulher, assim como as políticas públicas para o enfrentamento ao problema. 

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