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A maioria absoluta dos vereadores de Belém não participou da audiência pública sobre o BRT na própria Câmara; também não se interessa em estudar o projeto fim de ter dele a devida compreensão, seja para defender ou para atacar, com propriedade. Muito menos se importa em dominar o tema mobilidade urbana, imprescindível para fazer funcionar qualquer cidade, ainda mais uma tão estrangulada e caótica quanto Belém do Pará. Por outro lado, o Plano de Mobilidade teria que ter sido concluído há mais de um mês, em 15 de abril, mas não estão disponíveis todos os recursos para ser lançado o edital de licitação. A cidade não melhora no ritmo de que precisa. O modal cicloviário é fundamental para elevar a qualidade de vida em Belém, que não tem espaço para a circulação de tantos automóveis, ônibus e carretas. Mas, se a questão não for examinada com o pensamento estratégico necessário, pedalar na cidade é correr risco iminente de morte. Ano que vem haverá eleições. É bom que a sociedade esteja atenta e mobilizada a fim de não repetir os erros e eleger agentes públicos que de fato se importem com a coletividade. 
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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