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Mais uma tragédia nos rios amazônicos. E de novo a pergunta: para que existem as agências de regulamentação e órgãos de fiscalização aquaviária? Não sabem sequer quantas embarcações existem e trafegam na região. Menos ainda elaboram estatísticas dos acidentes, causas, vítimas e óbitos.

Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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