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Operação “Galezia” no Pará e Tocantins

Foto: ascom Polícia Civil

Corrupção, estelionato e associação criminosa no Detran-PA. Hoje, a Polícia Civil, com apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Estado, e do Detran-PA, deflagrou a operação “Galezia”, que  desarticulou esquema de expedição fraudulenta de carteiras de habilitação no sul do Pará. Foram cumpridos mandados de prisão temporária, além de busca e apreensão nas sedes de Circunscrições Regionais de Trânsito (Ciretrans) e em residências localizadas em Redenção, Xinguara, Conceição do Araguaia, Santana do Araguaia, Ourilândia do Norte e Tucumã, sudeste do Pará; em Paragominas, nordeste do Estado, e na cidade de Pedro Afonso, em Tocantins.


Durante oito meses, a equipe coordenada pelo delegado-geral Rilmar Firmino, que inclui o diretor de Polícia do Interior, delegado Sílvio Maués, o diretor-geral do Detran-PA, Nilton Atayde, e os promotores de Justiça Harrison Bezerra e Ramon Furtado, do Gaeco, coletou provas de fraude envolvendo servidores do Detran em conluio com proprietários de Centros de Formação de Condutores, clínicas de exames e despachantes. 

O esquema começava em outros Estados, principalmente no Tocantins, de onde eram enviados às Ciretrans processos de mudança de endereços falsos de pessoas que estariam vindo morar no Sul do Estado e, para tanto, estavam solicitando a expedição da CNH no Pará. Os comprovantes de domicílio eram forjados.
Para tanto, as pessoas que seriam beneficiadas apresentavam documentos de comprovação de exames médicos e psicológicos supostamente feitos em outros Estados da Federação e enviavam os prontuários aos Ciretrans do Pará. Os Centros de Formação de Condutores expediam certificados de conclusão do curso.
Nos Ciretrans, servidores participantes do esquema expediam os certificados de que as pessoas haviam feito as provas teóricas e práticas de direção veicular sem a presença dos candidatos.

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