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Para aqueles que não acreditaram há valas de esgoto na praia do Atalaia, em Salinópolis (PA).

Vejam o acúmulo de detritos na areia, vindo das barracas e quem sabe também das redondezas.

É questão ambiental, social, de saúde e de ordem pública. O Monumento Natural do Atalaia é declarado em lei área de preservação integral (e não inclui apenas a Ponta da Sofia), mas quem fiscaliza?

Aliás, as centenas de milhares de pessoas que compõem a população flutuante na cidade sabem que, apesar do nome pomposo de Hospital Regional, o de lá não tem UTI, especialistas e nem equipamentos para exames ou procedimentos complexos?

Cadê a Vigilância Sanitária estadual e federal? Onde a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade? “Quede” o Ministério Público do Estado e o Ministério Público Federal?

É melhor investir em saneamento básico e assim salvar vidas e proporcionar dignidade aos munícipes, mas o que se vê são gastos milionários com shows de gente de fora do Pará. Até quando será a política do pão e circo?

Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, presidente da Academia Paraense de Jornalismo, membro da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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