0
 

O linhão do Marajó, que deveria chegar em Bagre no final do ano passado,
teve seu cronograma atrasado porque – vejam só – a família do ex-prefeito local,
Pedro Santa Maria, proibiu a Rede Celpa de instalar a fiação das torres de
transmissão dentro de suas terras, a não ser mediante pagamento de R$200 mil.
Por onde passou, desde o município de Portel, e inclusive em Bagre, todos os
outros terrenos foram liberados por seus proprietários sem problemas e sem
qualquer pagamento por isso. Afinal, o benefício é para toda a população do
arquipélago. 
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

A tragédia anônima ribeirinha

Anterior

Doação de Sangue Azul

Próximo

Você pode gostar

Comentários