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O livre falar e o regimento da Alepa

Hoje a sessão ordinária da Assembleia Legislativa encerrou em meio a um bate-boca acalorado acerca do desrespeito ao Regimento Interno da Casa. Parlamentares da oposição, notadamente os deputados Iran Lima, líder do PMDB, José Scaff(PMDB) e Soldado Tércio(SDD) reclamaram em altos brados acerca do tempo concedido a cada um na tribuna, argumentando que a Mesa Diretora usa de dois pesos e duas medidas e pratica injustiça. 

Quem presidia a sessão era o deputado Cássio Andrade(PSB), na ausência momentânea do presidente Márcio Miranda(DEM), que recebia visitantes na sala em anexo. Cássio ouviu as questões de ordem, esclareceu que o tempo é concedido de modo igualitário e lembrou que a maioria descumpre o Regimento porque os deputados se inscrevem para discutir requerimentos e projetos mas tratam de temas alheios às matérias em pauta e extrapolam o tempo regimental; entretanto, a todos é concedida a palavra e com prorrogação, em nome da liberdade de expressão. 

Último a falar, o presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Alepa e Ouvidor da Casa, deputado Raimundo Santos(PEN), discorreu sobre os dispositivos regimentais e frisou que, ao contrário das reclamações de que proposições são retiradas de pauta na CCJ em benefício do governo, todas as vezes em que isto aconteceu foi em atendimento a pedidos dos próprios deputados Iran Lima e José Scaff, e instou aos dois que o desmentissem, se não fosse verdade. Ambos confirmaram com o silêncio. E a sessão foi encerrada, sem maiores delongas.

Na foto, um flagrante da cena, exclusivo do blog.

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