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O linhão no Marajó e Calha Norte

Foto: Antonio Silva

Demorou, mas finalmente o Marajó e da Calha Norte serão incluídos no Sistema Interligado Nacional, um sonho de pelo menos quatro décadas cujas promessas não saíam do papel. Garantindo investimento de R$250 milhões, em benefício de mais de 227 mil pessoas, ao longo de 850 quilômetros do linhão, o governo do Pará e a Celpa assinaram ontem o termo de compromisso que formaliza o começo das obras que levarão energia elétrica a 10 municípios, além de vilas e comunidades rurais. Agora, será possível a instalação de novas empresas, além de benefícios ao meio ambiente, com o fim da utilização de óleo diesel para abastecer as velhas, barulhentas, ineficientes e caras termelétricas.


O presidente da Celpa, Nonato Castro, adiantou que a travessia do cabo subaquático a partir de Vila do Conde, em Barcarena, deve acontecer em meados de fevereiro, com o que iniciará a interligação de Ponta de Pedras, Soure, Salvaterra e Cachoeira do Arari, no MarajóApós a conclusão da etapa no arquipélago, será a vez de Faro, Terra Santa, Alenquer, Curuá e Prainha, no Oeste do Pará.  


Os Estado vai aplicar R$ 120 milhões, através do Programa de Investimentos em Áreas Sociais, cabendo à Celpa os outros R$ 130 milhões. Em tempos de crise, a iniciativa propiciará geração de empregos e oportunidades de negócios.


Para o governador Simão Jatene, o projeto inaugura novo ciclo de desenvolvimento nessas regiões. “Eu nasci no interior e durante muito tempo também vivi a história da luz que era ligada às 7h e desligada às 22h. Tínhamos lamparina e velas pela casa toda. Isso parece pré-histórico, mas era a realidade do Marajó há bem pouco tempo. É que o desafio do desenvolvimento nos impõe algumas coisas, entre elas, energia, comunicação, internet… Então, hoje demos um passo significativo para que esses municípios se libertem de vez das amarras do subdesenvolvimento”, contou.


O secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia, Adnan Demachki, que fez a interlocução pelo Estado com a Celpa, resume a enorme expectativa parauara. “Quando você fala em instalar uma grande empresa, a primeira coisa que se precisa é da oferta estável de energia. Não tínhamos isso. Agora há pela frente um horizonte de novas possibilidades e, com certeza, de crescimento para o Marajó e toda a Calha Norte”. 

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