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O ato de lacrar o Hangar não tem qualquer eficácia. A OS tem prazo legal para prestar contas, que serão julgadas pelo TCE-PA, e não pela Secult.
Além disso, o local é o mais importante equipamento do turismo do Pará, tem mantido arrecadação milionária e mandar fechá-lo significa causar prejuízo ao Estado.
Nada impede que a Secult receba o Hangar e passe a operá-lo; qualquer auditoria pode ser realizada com o seu pleno funcionamento.
É preciso ponderação para que os palanques sejam desarmados e o governo comece a trabalhar de fato, porque é isso que nós, paraenses, queremos e precisamos.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, presidente da Academia Paraense de Jornalismo, membro da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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