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“Eu tinha até um caderno com as letras do cancioneiro popular, mas não sei qual o fim desse material. Adoraria recuperá-lo, mas diante da impossibilidade vou ao YouTube buscar apoio audiovisual. Quer ir comigo, caríssimo? Comecemos com Tamba-tajá, do maestro Valdemar Henrique.  A dupla Mayra Lopes e  Victor Alonso exibem talento e provocam minhas recordações de estudante integrada ao canto regional.  Ouçamos  mais um pouco para recordar ou quem sabe conhecer o motivo do tema da postagem de hoje. Oportunamente trarei o popular Pinduca para que você aprecie o gingado e a prosa desse cancioneiro regional.
Você ainda recorda do hino que saúda o seu estado de origem? Adoraria contar com informações variadas; ao menos uma estrofe, caro leitor. Dia desses perguntei a um grupo de alunos, lá no meu curso de redação, e ninguém lembrava nem da letra e nem da melodia do hino do Paraná. É provável que lá no Pará as crianças e jovens também não saibam. Ninguém parece atribuir importância ao canto nas escolas. Perdem uma preciosa oportunidade.”
(Doralice Araújo, alenquerense da gema, radicada em Curitiba, professora de redação e blogueira, no seu blog Na Mira do Leitor. Vão lá para ler a íntegra da postagem.)
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, presidente da Academia Paraense de Jornalismo, membro da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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