Em reunião conjunta das Comissões de Fiscalização Financeira e Orçamentária (CFFO) e de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa, nesta segunda-feira (18) foi aprovado o projeto de lei nº 363/2021, que autoriza o Governo do Pará a contratar operação…

Não houve o célebre círio fluvial de Oriximiná no rio Trombetas este ano, por causa da pandemia, mas a imagem de Santo Antônio flanou pelas águas, levada pela comunidade de várzea do Rio Cachoeiry, que celebrou o verão depois da…

Aprender mais sobre as boas práticas Lixo Zero e como aplicá-las no dia a dia, repensando hábitos de consumo e inspirando a população a enxergar os seus resíduos com dignidade é o que propõe a programação que acontecerá entre os…

Aprovado à unanimidade pela Assembleia Legislativa, o projeto de lei nº 245/2021, de autoria do Poder Executivo, dispondo sobre a denominação do Arquivo Público do Estado do Pará, em homenagem ao jurista e professor paraense Zeno Augusto de Bastos Veloso,…

Na contramão dos deveres republicanos

O deputado federal Arnaldo Jordy (PPS-PA) requereu informação ao Ministro-Chefe da CGU – Controladoria Geral da União, Valdir Simão, sobre acordos de leniência com as empreiteiras investigadas na operação Lava Jato, suspeitas de formação de cartel para desvios milionários em contratos da Petrobrás.
Quer saber se já houve algum pedido formal para o acordo e de quem partiu a proposta, bem como a viabilidade de tais acordos sem a regulamentação da Lei 12.846/13. Para Arnaldo Jordy –
 que questiona, ainda, se isto pode afastar uma eventual declaração de inidoneidade das empresas investigadas –, é um despropósito, devido à natureza e a gravidade das denúncias apresentadas pelo Ministério Público Federal. Entidades representativas de auditores de controle externo e procuradores de Tribunais de Contas também divulgaram nota pública afirmando que possíveis acordos não isentam as empreiteiras de punições na área penal. 

Mas a Câmara dos Deputados agora está envolta em seu novo – e próprio – escândalo, a aprovação do pagamento de passagens aéreas para esposas e maridos de parlamentares (para amantes não é necessário se expor tanto), medida que vai na contramão do que se espera do Congresso. É no mínimo estranho. Se fosse em uma empresa, o trabalhador não
poderia levar a família em uma viagem de trabalho, então o por que aqui tem que
ser liberado?”
, protestou a
terceira secretária da Casa,
deputada Mara Gabrilli (SP). 
Para o líder do PSDB na Câmara, Carlos Sampaio (SP),é inaceitável que, num momento em
que a sociedade é penalizada com o aumento de impostos e alta nos preços,
conceda-se esse privilégio aos parlamentares. É um total desrespeito com os
brasileiros.” 

Cai o pano.

Compartilhar

Share on facebook
Share on twitter
Share on pinterest
Share on vk
Share on tumblr
Share on pocket
Share on whatsapp
Share on email
Share on linkedin

Conteúdo relacionado

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *