0
 
A partir de hoje até a quinta-feira, 12, a Rede de Atendimento às Mulheres em Situação de Violência leva duas unidades móveis (ônibus) com serviços de prevenção, assistência, apuração, investigação e enquadramento às mulheres moradoras da zona rural dos municípios de Salvaterra e Cachoeira do Arari, no arquipélago do Marajó. Gerida pela Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh), por meio da Coordenadoria Estadual de Integração de Políticas para Mulheres, a ação tem também função educativa, com a promoção de palestras e esclarecimentos sobre a Lei Maria da Penha e sua aplicação.
Serão expedidos documentos (Carteira de Trabalho, Carteira de Identidade e 2ª via de Certidão de Nascimento), prestados atendimento e orientação do serviço socioassistencial (Bolsa Família, Benefício de Prestação Continuada, entre outros); orientação por profissionais da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher, Ministério Público, Defensoria Pública e Tribunal de Justiça, assim como serviços de saúde (consulta médica-odontológica, aferição de pressão arterial, entre outros). 

Haverá, ainda, o lançamento da campanha “Quem ama Abraça”, em uma escola da rede pública de ensino.
A iniciativa faz parte do Pacto Nacional de Enfrentamento à Violência contra a Mulher e se soma ao projeto ‘Ações de Enfrentamento à Violência Contra As Mulheres do Campo da Floresta e das Águas no Estado do Pará’, com parceria da Secretaria Nacional de Políticas para as Mulheres, TJE-PA; MPE-PA; Defensoria Pública e prefeituras, além do acompanhamento pelo Conselho Estadual de Políticas para Mulheres e Fórum Estadual de Enfrentamento à Violência Praticada às Mulheres do Campo e da Floresta.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

Psicólogos querem reduzir horário

Anterior

Edilson Silva no páreo pela OAB-PA

Próximo

Você pode gostar

Comentários