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“Eu
queria dizer que eu gosto muito de ser mulher. Quando cheguei ao jornalismo ele
já era dos homens. Eu tive que conquistar meu espaço, então você ganha
musculatura nessa briga por espaço. As mulheres ocupavam 18% da população
economicamente ativa, e hoje são 44%. Foi um salto impressionante que aconteceu
na minha geração. Por que se deve destacar a mulher com um prêmio? Com um
troféu? Porque, como todos os grupos que são discriminados, estão em condições
desiguais, eles precisam ser, sim, iluminados… Gosto do dia da mulher, do
prêmio da mulher, da mesma forma que eu gosto do dia da consciência negra…
Este dia é para se pensar, para se refletir o papel da mulher na sociedade.
Então, eu fico duplamente encantada para ganhar este prêmio.
(Miriam Leitão, vencedora do “Troféu Mulher Imprensa” nas
categorias colunista de jornalismo impresso e comentarista/colunista de TV, ao Portal
Imprensa
, contando ter sofrido discriminação sexual na carreira.)
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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