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A 5ª promotora de Justiça Cível de Parauapebas, Maria Cláudia Vitorino Gadelha, pediu ao procurador-geral de Justiça, Gilberto Martins, que requeira intervenção do Estado do Pará no município de Parauapebas,  por descumprimento de decisão judicial que garante direito à saúde e também para assegurar a observância do princípio constitucional que rege os direitos da pessoa humana.

Só de janeiro a maio deste ano, ela ajuizou 30 ações civis públicas a fim de fazer valer direitos de idosos, crianças e adolescentes. Desde simples consulta médica até um pedido de leito vêm sendo judicializados.
Em razão da demora no atendimento médico e hospitalar, tem havido agravamento de doenças e até mesmo óbitos de moradores. De agosto do ano passado a maio deste ano foram registradas oito mortes, de uma criança e sete idosos, razão pela qual a representante do MP não encontrou solução senão representar pela intervenção estatal. 

De notar-se que Parauapebas é um dos municípios mais ricos do Pará, o que leva à preocupação com o estado dos demais.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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