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Em Barcarena, a
população vive dias de apreensão. Há indícios de venda e comercialização de
órgãos humanos e de crianças para outros países, que estão sendo apurados pela
CPI do Tráfico Humano da Alepa. Como se não bastasse, a
Albras já avisou aos
seus 1.250 empregados diretos, mais os contratados, totalizando cerca de 2 mil
trabalhadores, que pode fechar a fábrica local se o custo da energia continuar
subindo. Alega que metade de sua despesa é com energia.

Nunca é demais lembrar que o Pará tem em seu território a usina hidrelétrica de Tucuruí, e está em construção a UHE-Belo Monte. Não dá mais para aceitar que essa energia abasteça o resto do país e deixe o nosso Estado à míngua. Com a palavra, os representantes do povo parauara no Legislativo e no Executivo.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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