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Rayfran das Neves Sales, réu confesso de matar com seis tiros Dorothy Stang, de 73 anos, está sendo julgado pela quarta vez hoje. Na acusação, atua o promotor de justiça do Tribunal do Júri Edson Cardoso de Souza, que arrolou quatro testemunhas.

Rayfran foi condenado no primeiro julgamento a 27 anos de prisão. Protestou por novo júri (à época a lei permitia, para réus com sentença acima de 20 anos), mas teve a condenação confirmada.
Recorreu às Câmaras Criminais Reunidas do TJE, e conseguiu anular o segundo júri. No terceiro julgamento, sua pena aumentou para 28 anos de reclusão. Novamente, o júri foi anulado.

Amair Feijoli da Cunha, o “Tato“, condenado como intermediário do crime a 27 anos de prisão, teve pena reduzida a 18 anos, em razão da delação premiada. Regivaldo Pereira Galvão, o Taradão, acusado de ter em conjunto com Bida planejado a morte, mediante promessa de recompensa, já foi pronunciado para ir a júri. Está recorrendo em instância superior.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, presidente da Academia Paraense de Jornalismo, membro da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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