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A dislexia é o distúrbio mais comum encontrado nas salas de aula. Não está relacionada com má alfabetização, problemas emocionais, deficiências, baixa inteligência ou fatores sócio-econômicos. O transtorno é genético e hereditário, e pode ser classificado como uma doença. Os sintomas básicos são problemas com a linguagem falada, leitura lenta e silabada, dificuldade de identificar palavras familiares e freqüentes, trocas ou acréscimos na seqüência de letras, interrupção no fluxo da leitura, dificuldade em compreender o que lê, nível de escolaridade abaixo do esperado, problemas ortográficos e dificuldade de memória. Outra característica é a incapacidade de separar as palavras nos seus componentes fonéticos. O diagnóstico precoce evita a evasão escolar. Leia mais na home www.uruatapera.com, em “Últimas Notícias”.

Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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