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Hoje às 18h30, no Palácio Lauro Sodré, Museu do Estado do Pará, antigo Palácio do Governo, a Assembleia Legislativa lança o livro “O Parlamento Paraense na Construção da Cidade de Belém”. A edição contém documentos inéditos, como por exemplo, a Resolução nº 174/1850, “que autoriza o Governo da Província a aterrar e nivelar todo o Largo do Palácio do Governo” para a construção de esgotos, revestir os passeios com calçadas, colocando-se assentos e fazendo-se nele plantações de arvoredos e o que fosse necessário e útil ao público”. 


O Largo do Palácio incluía toda a área que hoje abrange a Praça Dom Pedro II, a Praça do Relógio e a Avenida Portugal.
Naquela época, na Doca do Ver-o-Peso desaguava o “Igarapé do ‘Piri’, que nascia e corria onde hoje fica a Trav XVI de Novembro. Ele foi aterrado, canalizado e nivelado, e no lugar de seu leito foram plantadas palmeiras imperiais. Foi denominado também Largo do Palácio, Largo da Constituição, a partir de 1821, e Largo da Independência, e foi retratado por. Giuseppe Leone Righini, pintor e naturalista que passou por Belém, em sua tela “Largo do Palácio”, que pertence à Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin – BBM, na USP.

Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, presidente da Academia Paraense de Jornalismo, membro da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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