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O linhão de transmissão da energia da UHE-Tucuruí
que se estenderá até o Amazonas e o Amapá vai deixar a maior parte dos
municípios paraenses localizados na margem esquerda do rio Amazonas, e no
arquipélago do Marajó, excluídos do benefício. É que o projeto, já em execução,
prevê o rebaixamento da tensão elétrica do linhão – a fim de permitir o acesso dos usuários residenciais e comerciais –
apenas em Almeirim e Oriximiná, onde serão
construídas subestações na c
hamada Calha Norte
 Prainha, Monte Alegre, Alenquer,
Curuá, Óbidos, Terra Santa e Faro estão fora. Agora, com a Celpa em recuperação judicial, o futuro é cada vez mais incerto para aquela população tão sofrida.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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