Publicado em: 6 de março de 2012
O linhão de transmissão da energia da UHE-Tucuruí
que se estenderá até o Amazonas e o Amapá vai deixar a maior parte dos
municípios paraenses localizados na margem esquerda do rio Amazonas, e no
arquipélago do Marajó, excluídos do benefício. É que o projeto, já em execução,
prevê o rebaixamento da tensão elétrica do linhão – a fim de permitir o acesso dos usuários residenciais e comerciais –
apenas em Almeirim e Oriximiná, onde serão
construídas subestações na chamada Calha Norte. Prainha, Monte Alegre, Alenquer,
Curuá, Óbidos, Terra Santa e Faro estão fora. Agora, com a Celpa em recuperação judicial, o futuro é cada vez mais incerto para aquela população tão sofrida.
que se estenderá até o Amazonas e o Amapá vai deixar a maior parte dos
municípios paraenses localizados na margem esquerda do rio Amazonas, e no
arquipélago do Marajó, excluídos do benefício. É que o projeto, já em execução,
prevê o rebaixamento da tensão elétrica do linhão – a fim de permitir o acesso dos usuários residenciais e comerciais –
apenas em Almeirim e Oriximiná, onde serão
construídas subestações na chamada Calha Norte. Prainha, Monte Alegre, Alenquer,
Curuá, Óbidos, Terra Santa e Faro estão fora. Agora, com a Celpa em recuperação judicial, o futuro é cada vez mais incerto para aquela população tão sofrida.









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