0
 

Nada
menos que 71 ações penais decorrentes de homicídios em conflitos fundiários
tramitam no Judiciário parauara. Ontem, a comissão coordenada pela juíza
Kátia Parente fez a primeira
reunião de trabalho de 2012, com o juiz auxiliar das Comarcas do Interior do
Pará,  Cristiano Arantes, o promotor Luiz Márcio Texeira Cypriano, o
defensor público Rosiwagner Santana e a conselheira da OAB/PA Valéria Jacob,
que integram o projeto Esforço Concentrado, para imprimir celeridade aos
processos,
e propuseram a
criação de um canal direto de comunicação com a comissão para o recebimento de
denúncias acerca desse tipo de crime. 
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

Será que terão que se queixar ao bispo?

Anterior

CNJ nega afastamento de Ophir

Próximo

Você pode gostar

Comentários