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Fenômeno nos palcos, o monólogo “Helena Blavatsky, A Voz do Silêncio” faz curtíssima temporada em Belém, realização da Nova Acrópole Pará. Serão apenas duas apresentações. No sábado, 30 de agosto, às 20h, e no domingo, 31, às 18h. Os ingressos estão à venda no Sympla. A peça foi escrita pela filósofa Lúcia Helena Galvão, com atuação de Beth Zalcman e direção de Luiz Antônio Rocha.

O espetáculo, envolvente e comovente, revela de maneira intimista Helena Petrovna Blavatski, personalidade extraordinária do final do século XIX. Mulher singular e visionária, ela desafiou as correntes ortodoxas da Ciência, da Filosofia e da Religião e se tornou figura essencial para a formação do pensamento moderno.

Fruto de muito estudo e pesquisa sobre a vasta bibliografia dessa fascinante personagem, “Helena Blavatsky, a voz do silêncio”, traz a atriz Beth Zalcman no papel título e o encenador Luiz Antônio Rocha. Atriz e Diretor repetem a mesma parceria do aclamado espetáculo “Brimas”, pelo qual ela foi indicada ao prêmio Shell de melhor texto e, juntos, buscam fazer, nas suas trajetórias, montagens que expressam uma profunda reflexão do homem e de suas transformações e encontram na figura de Blavatsky a certeza de poder fomentar a utopia.

A filósofa russa Helena Petrovna Blavatski faleceu em 8 de maio de 1891. Sua trajetória é descrita na peça através de encontros marcantes, viagens pelo mundo e sua vida de busca pela sabedoria.

Para cada pergunta sobre sua existência, o ser humano procura respostas na ciência, nas religiões e na filosofia. Mas existem interrogações que desafiam os limites estabelecidos. Madame Blavatsky influenciou cientistas como Einstein, Thomas Edison e Flammarion; escritores como James Joyce, Yeats, Fernando Pessoa, T. S. Elliot, D. H. Lawrence; artistas como Mondrian, Paul Klee, Gauguin; músicos como Mahler, Jean Sibelius, Alexander Criabrin, Elvis Presley; além de pensadores como Christmas Humphreys, C. W. Leadbeater, Annie Besant, Alice Bailey, Rudolf Steiner, Gandhi e Krishnamurti.

O grande manancial de informações adquirido por ela, em suas viagens pelo mundo, sobre tradições antigas, cabala, religiões orientais, mitos, simbologias, entre outros tantos assuntos fascinantes, possibilita o entendimento de uma existência livre de ilusão. Segundo suas reflexões, o universo é dirigido de dentro para fora, pois nenhum movimento ou mudança exterior do homem pode ter lugar no corpo externo se não for provocado por um impulso interno.

A montagem propõe uma dramaturgia inédita, que leva do irreal ao real, das ilusões à verdade espiritual, da ignorância à sabedoria que ilumina o propósito da existência.

Ficha Técnica
Texto original: Lúcia Helena Galvão
Interpretação: Beth Zalcman
Encenação: Luiz Antônio Rocha
Cenário e Figurinos: Eduardo Albini
Iluminação: Ricardo Fuji

Serviço
Peça: “Helena Blavatsky, a voz do silêncio”
Local:  Teatro Margarida Schivasappa (Centur)
Sessões:
• 30 de agosto de 2025, Sábado, às 20h
• 31 de agosto de 2025, Domingo, às 18h
Ingressos: R$160 inteira | R$100 entrada solidária | R$80 meia-entrada
Onde comprar: Sympla
Sábado:
https://www.sympla.com.br/evento/helena-blavatsky-a-voz-do-silencio-30-08/2992814
Domingo:
https://www.sympla.com.br/evento/helena-blavatsky-a-voz-do-silencio-30-08/2992814
Duração: 60 min
Classificação: 12 anos

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