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O
pianista Humberto Azulay, membro da Academia Paraense de Música (Cadeira 17) e
professor efetivo da Escola de Música da UFPA, foi retirado pelo cerimonial da Alepa
da cadeira que ocupava no plenário, durante a sessão solene de instalação do
ano legislativo, e só obteve permissão para entrar na hora de sua apresentação.
 A alegação para tamanho desrespeito é de
que estava sem terno, embora trajasse roupa social.
O
presidente da Casa, deputado Manoel Pioneiro, não soube do ultraje, que jamais
permitiria, assim como todos os demais parlamentares, que sempre dispensaram
tratamento extremamente cordial aos artistas que visitam a Assembleia, ainda
mais como convidados. Todos os jornalistas que cobrem a Alepa ficaram
horrorizados com a falta de civilidade. Eu fiquei com vergonha alheia e faço o
registro público a fim de pedir providências para que jamais se repita gesto
tão indigno.
O
Arraial do Pavulagem e o Pinduca, por exemplo, além de parte do cortejo da
Marujada de Bragança, já se apresentaram em plenário, evidentemente trajando
suas roupas típicas. Agora teriam que usar terno? Como se percebe, é pura falta
de bom senso.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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