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Durou seis horas, domingo, em Oriximiná, a primeira audiência pública para o licenciamento ambiental de novas minas da MRN, que atua lá desde 1979 e produz 18 milhões de toneladas de bauxita por ano. Entre as reivindicações, o aproveitamento da madeira retirada, que estraga por falta de destinação, já que pertence à União e Ibama e Sema deixam que apodreça, embora exista projeto para produção de móveis, através do pólo moveleiro. Os moradores também querem maior participação nas oportunidades de emprego e capacitação profissional. Boa parte das vagas são preenchidas por pessoas de fora. No próximo sábado, Terra Santa debate o licenciamento de um conjunto de seis minas da MRN. No domingo, 29, nova audiência em Oriximiná.

Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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