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Evolução Histórica de Belém do Grão-Pará


Evento perfeito o lançamento da segunda edição, revista e ampliada, de “Evolução Histórica de Belém do Grão-Pará”, do engenheiro e historiador parauara Augusto Meira Filho, coordenada pelos filhos, com introdução do  historiador Aldrin Moura de Figueiredo, que é professor doutor da UFPA, texto da arquiteta e também professora da UFPA Elna Trindade sobre o autor, além da biografia pelo antropólogo e historiador Márcio Meira, que organizou e expôs a obra para as centenas de pessoas que lotaram o Atrium Hotel Quinta Quinta das Pedras, agora à noite. Lugar bonito, música perfeita com duo de violão e piano por Salomão Habib e Paulo José Campos de Melo, coquetel impecável, gente interessante circulando e se encontrando, o livro é um presente para os 400 anos de Belém, documento importante da história da capital do Pará. O projeto gráfico é de Jaime Bibas e Paulo Maurício Coutinho, patrocínio da Sol Informática, incentivo cultural do Governo do Pará, via Lei Semear e Fundação Cultural do Estado do Pará.

Escrito há 40 anos, em 1976, na época foi patrocinado integralmente pelo dono da gráfica e editora Grafisa, Altino Pinheiro, um mecenas quando sequer havia leis de incentivo à cultura. Eram dois volumes em 893 páginas, com ilustrações, mapas, cópias e transcrições de documentos. A obra provoca uma reflexão acerca do patrimônio histórico da cidade e é uma verdadeira declaração de amor por Belém, percorrendo duzentos anos de sua história, de 1616 a 1823, quando Belém era o principal polo econômico, político, cultural, militar e religioso da expansão colonial portuguesa na região amazônica, a capital do Estado do Grão-Pará, Maranhão e Rio Negro, criado pelo Marquês de Pombal  em meados do século XVIII, e cujo primeiro governador foi Francisco Xavier de Mendonça Furtado, irmão do marquês. Augusto Meira Filho começou a escrevê-la à mão, em 1964, em um caderno. 

Trata-se de um livro-álbum, imprescindível para consulta, com ilustrações dos séculos XVII, XVIII e XIX que retratam diversos aspectos de Belém, com o cuidado de 30% da tiragem ser destinada para as bibliotecas públicas do Estado e município, conforme pontua o engenheiro Aurélio Meira, que deslanchou o projeto junto com os irmãos. A intenção da família é criar o Instituto Meira Filho, a fim de reeditar outras obras. 

O historiador, poeta, jornalista e escritor Augusto Meira nasceu em 5 de agosto de 1915, foi diretor do Serviço de Águas do Pará, um dos fundadores da Sociedade Artística Internacional e da Sociedade dos Amigos de Belém, primeiro presidente da Fundação de Cultura do Estado do Pará, vereador e presidente da Câmara Municipal de Belém. Escrevia para o jornal A Província do Pará nas décadas de 60 e 70. Publicou vinte livros e faleceu em 8 de julho de 1980.

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