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Acabamos de entregar Juvêncio à terra onde já repousam seus antepassados (a mãe Cecé e outros do clã Mendonça Vergolino, de Marabá).
Como na mitologia azteca, Juvêncio, guerreiro que morreu em combate, vai agora para o Caminho do Sol (
Ilhuicatl Tonatiuh). Acompanham-no os bons sentimentos de sua família, amigos e seguidores. E o emocionante canto de Gabi.
Ao nos deixar para fazer esse Caminho, perdemos todos a luz que vinha dele. Belém e o Pará ficam mais escuros – obscuros – e empobrecidos. Isso nos obriga a ressoar os brados dele e nos acordar da letargia medieval em que estamos – a cidade e o Estado – metidos.
(Do juiz do Trabalho José Maria Quadros de Alencar, em seu blog, no post Juvêncio, o Imortal).
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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