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                                                                                     Fotos de Ichio Guerra

presidente Dilma Rousseff está reunida com os governadores de todas as regiões do País, pela primeira vez  no segundo mandato. E o tema central é o pacto federativo. Dilma propõe um pacto pela governabilidade e pede ajuda na aprovação de matérias que estão em pauta no Congresso Nacional. A posição do governador Simão Jatene na mesa de debates e na foto oficial dá uma ideia da importância do Pará na estratégia do governo federal: primeira fila e ao lado dos ministros mais destacados. Não é à toa: estado minerador e produtor de energia hidrelétrica, que faz toda a diferença na balança comercial do Brasil, além de finalmente ser  reconhecido como a grande saída para a integração nacional, redução do custo de transporte – e competitividade no mercado mundial dos produtos nacionais – , com escoamento da produção pelos seus portos, muito mais próximos da Europa e Estados Unidos, é a hora e a vez do Pará.

Defensor há anos da revisão do pacto federativo e porta-voz dos governadores nos últimos encontros, Jatene tem sido protagonista e como tal foi recebido por Dilma, suplantando as diferenças ideológicas e partidárias. Aliás, em sua fala, a presidente propôs aos governadores um pacto nacional pela redução de homicídios e defendeu a cooperação entre os governos federal e estaduais. O Brasil lidera o ranking em número absoluto de homicídios no mundo. Para um Estado com dimensões continentais como o Pará, que tem suas fronteiras escancaradas ao tráfico de drogas, de pessoas e de armas, até que enfim a União parece se dar conta de suas responsabilidades. Aguardemos o resultado prático do encontro.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, presidente da Academia Paraense de Jornalismo, membro da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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