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Distúrbio hereditário, que se origina de defeito da coagulação sanguínea, provocando sangramentos, a hemofilia afeta quase exclusivamente os homens. Das desordens genéticas, tem a maior taxa de mutações, com aproximadamente 1/3 de novos casos em famílias sem registro anterior. A ocorrência é de um caso a cada 10 mil habitantes.


Os primeiros sintomas podem ser percebidos ainda na infância. Um pequeno traumatismo, por exemplo, pode desencadear dor intensa, hematomas, hemorragia nos músculos e articulações. Embora incurável, a hemofilia pode ser controlada, desde que o paciente seja submetido à transfusão do fator de coagulação do sangue ausente e acompanhado por equipe multidisciplinar.


Mais informações no Hemopa – travessa Padre Eutíquio, 2109, de 7h30 às 18h, e aos sábados de 7h30 às 12h30, fone 08002808118, site, ou aqui.

Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, presidente da Academia Paraense de Jornalismo, membro da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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