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Em 13 de julho de 1985, a primeira edição do Live Aid, festival criado pelo músico Bob Geldolf em prol das vítimas da fome na Etiópia, acabou consolidando a força musical e social do rock em suas diversas vertentes. Realizado simultaneamente na Filadélfia (EUA) e em Londres (Inglaterra), uniu veteranos (The Who, Queen), novidades na época (U2, INXS), peso (Black Sabbath, Judas Priest) e pop (Duran Duran, David Bowie), entre outros nomes e estilos que fizeram história.


Do blues, em eterna evolução sonora e ritmo de frenesi e loucura, surgiram Chuck Berry, Elvis Presley, Beatles, Rolling Stones, Led Zeppelin, Jimi Hendrix, Pink Floyd. Daí foi um passo para o punk dos Ramones, o virtuosismo do Yes, o new wave do Blondie, o metal do Metallica, o grunge do Nirvana, o britpop do Oasis, o indie do Strokes.


No Brasil da Jovem Guarda, a guitarra começou a fazer a hora. Nos anos 70 Os Mutantes, Secos & Molhados e Raul Seixas anteciparam o boom na década de 80, com Legião Urbana, Paralamas do Sucesso, Titãs e Barão Vermelho – e o exagerado Cazuza.

Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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