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Hoje é dia de cumprimentar quem faz jornalismo com paixão e conhece seu papel na sociedade. O Dia do Jornalista foi instituído em homenagem a Líbero Badaró, o primeiro jornalista a lutar até à morte em defesa da liberdade de expressão. É seu um dos primeiros escritos publicados no Brasil em defesa da liberdade de imprensa, rechaçando sempre a tese de que supostos abusos praticados pelos jornalistas justificariam o cerceamento da liberdade. Hoje, seu pensamento está consolidado na Constituição Federal e na jurisprudência do STF. No dia 20 de novembro de 1830, Líbero Badaró sofreu um brutal atentado à bala. A primeira pessoa a socorrê-lo foi o estudante de direito Emiliano Fagundes Varela, pai do futuro poeta Fagundes Varela. Suas últimas palavras foram: “Morre um Liberal, mas não morre a Liberdade”. No dia seguinte estava morto, aos 32 anos.
Um alto funcionário do Judiciário imperial chegou a ser processado como mandante do crime, mas foi absolvido, por falta de provas. Segundo historiadores, a ordem para matar Badaró pode ter partido do próprio imperador Dom Pedro I. Com sua morte, aumentaram o descontentamento e as manifestações de protesto contra o absolutismo, e D. Pedro  abdicou em 7 de abril de 1831.

Parabéns a todos os jornalistas que sabem fazer a diferença.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, presidente da Academia Paraense de Jornalismo, membro da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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