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Acreditem: meu telefone celular foi furtado hoje, no final da manhã, em plena Sala de Imprensa da Assembleia Legislativa do Pará. Eu o esqueci num cantinho enquanto conversava com a jornalista Rita Soares, do Diário do Pará. Só percebi que estava sem ele depois das 13 horas. Liguei muito para o número, enviei mensagem pedindo a devolução e oferecendo gratificação, então mais tarde alguém ligou do meu celular para a minha casa, perguntou se era a Rita, e desligou quando me identifiquei. De nada adiantaram as minhas mensagens com apelos. O aparelho, em si, não me faz falta, apesar de ser ótimo. Eu o comprei por R$10, num plano promocional da operadora. O valor inestimável é da agenda com os telefones dos parentes, amigos, médicos, fontes e colegas de trabalho.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, presidente da Academia Paraense de Jornalismo, membro da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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