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O anúncio de meia página publicado nos jornais de Belém pela Imerys Rio Capim foi de uma infelicidade à toda prova. Ao invés de assumir as suas responsabilidades e mostrar preocupação, a empresa tentou minimizar o desastre ambiental em Barcarena, tapando o sol com a peneira. Foi desmoralizada pelo laudo do Instituto Evandro Chagas, que detectou a morte dos igarapés Curuperé e Dendê, por resíduos
tóxicos. Alguém precisa cobrar da empresa estudos ambientais, monitoramento ininterrupto por especialistas e ações eficazes para restabelecer o equilíbrio ecológico na região atingida. Daqui a sabe Deus quantos anos, porque o mesmo ecossistema nunca mais existirá.

Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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