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Hoje, na Alepa,
o deputado Carlos Bordalo (PT) protocolou Moção de desagravo a mim e de censura
pública ao secretário de Comunicação do Pará, Ney Messias. Vejam a íntegra aí
em cima.
O deputado João
Salame Neto, líder do PPS, que é jornalista, condenou veementemente as agressões praticadas por
Ney Messias,  e aproveitou para revelar que ele é o responsável pela crise
do partido com o governo.  “O   secretário de 
Comunicação  de  Jatene  deveria pedir desculpas publicamente, e
no twitter e Facebook, à jornalista  Franssinete Florenzano. É um absurdo 
a  posição de  Ney Messias. Ele é  responsável, em boa parte,
pelo desgaste que houve  entre eu e o governador.  Tive  uma
reunião reservada com Jatene  e  líderes  da base aliada, com a
presença de Messias. Tudo o que foi conversado acabou  vazando, só porque o
Ney Messias não concordava  com  o que os líderes estavam propondo.
 O deputado Edmilson Rodrigues, líder do PSOL,
também se pronunciou, repudiando a conduta de Ney Messias, que atinge não só a
uma pessoa, mas a todo o gênero feminino e a todos os cidadãos, porquanto se
espera que, como agente público, porte-se de acordo com as responsabilidades do
cargo.
O deputado Márcio Miranda(DEM), líder do
Governo, fez questão de, em seu nome e em nome do governador Jatene, desaprovar
a conduta de Ney Messias, e pediu desculpas pelo comportamento do secretário de
Comunicação. Disse que Jatene ordenou que Ney Messias se desculpasse
publicamente e pessoalmente, e que ele disse que “tentou me contactar, mas não
conseguiu”.
Nota-se que sobra em Márcio Miranda o que falta
em Ney Messias. Aliás, é sabido o enorme
desconforto do secretariado, integrado por pessoas que se dão o devido respeito
e cujas atitudes estão à altura do cargo. Enquanto isso, Ney Messias apagou seu
histórico imundo nas redes sociais e continua se divertindo no horário de expediente,
com as suas inteligentes indiretas, espalhando
que é intocável porque sabe muito de Jatene, de quem se diz íntimo, do qual é
exemplo o tweet aí embaixo:


Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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